{"id":57,"date":"2009-02-04T09:57:37","date_gmt":"2009-02-04T11:57:37","guid":{"rendered":"http:\/\/blogs.utopia.org.br\/poesialatina\/?page_id=57"},"modified":"2009-02-09T23:22:57","modified_gmt":"2009-02-10T01:22:57","slug":"rosalia-de-castro","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/blogs.utopia.org.br\/poesialatina\/biografias\/rosalia-de-castro\/","title":{"rendered":"Rosal\u00eda de Castro"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-72\" src=\"https:\/\/blogs.utopia.org.br\/poesialatina\/files\/rosaliacastro.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p>Em 24 de Fevereiro de 1837, nasce Rosal\u00eda em Santiago de Compostela, numa casa do Caminho Novo, na esquina da estrada para Conjo (hoje, Avenida de Vilagarcia, n\u00ba1). Batizada no Hospital Real com os nomes de Maria Rosal\u00eda Rita e, segundo a certid\u00e3o de nascimento, &#8220;filha de pais inc\u00f3gnitos&#8221;, tendo como sua madrinha Maria Fonseca Martinez, residente em S\u00e3o Jo\u00e3o do Campo&#8221;. <\/p>\n<p>Vive seus primeiros anos com a ama e madrinha em Castro Ordu\u00f1o (Vale de Amaya)<\/p>\n<p>1848 &#8211; Em Santiago. L\u00ea os seus primeiros versos no Liceu da Juventude, instalado no Convento de Santo Agostinho.<\/p>\n<p>1852 &#8211; Apaixona-se por Aur\u00e9lio Aguirre, poeta rom\u00e2ntico, o &#8220;Espronceda galego&#8221;, amigo de Manuel Murgia. Posteriormente, amores de Rosal\u00eda em Padron com pessoa desconhecida<\/p>\n<p>1853 &#8211; Amizade com Eduarda Pondal, irm\u00e3 do escritor Eduardo Pondal. V\u00e3o juntas \u00e0 festa de Nossa Senhora da Barca em Muxia (Corunha) e adoecem com tifo. Eduarda morre.<\/p>\n<p>1856 &#8211; 2 de Mar\u00e7o &#8211; Banquete de confraterniza\u00e7\u00e3o entre oper\u00e1rios e estudantes, presidido por Aurelio Aguirre, em Conjo.<\/p>\n<p>Abril &#8211; Vai para Madrid viver com sua tia Carmen Lugin, m\u00e3e do romancista Alejandro Perez Lugin, na Calle de la Ballesta, n\u00ba 13.<\/p>\n<p>1857 &#8211; Publica La Flor , poemas, onde se apercebe a marca do seu amor por Aurelio Aguirre. Amizade com Eduardo Chao, Eulogio Florentino Saez (tradutor de H. Heine) e Ventura Ruiz Aguilera.<\/p>\n<p>Maio &#8211; Conhece Manuel Murgia, amigo de Aurelio Aguirre que morre na Corunha, aos vinte e quatro anos.<\/p>\n<p>1858 &#8211; Edita Lieders, no Album del Ni\u00f1o, em Vigo.<\/p>\n<p>10 de Outubro &#8211; Casa-se em Madrid, na Igreja de Santo Ildefonso, com Manuel Murgia, historiador, romancista e poeta.<\/p>\n<p>1859 &#8211; Publica La Hija del Mar, novela.<\/p>\n<p>12 de Maio &#8211; Nasce em Santiago a sua primeira filha, Alejandra.<\/p>\n<p>1861 &#8211; Publica Flavio &#8220;ensaio de novela&#8221;, em Madrid.<\/p>\n<p>1862 &#8211; Edita-se na Corunha um Album de la Caridad, com poemas de autores galegos. Falecimento da m\u00e3e de Rosal\u00eda.<\/p>\n<p>1863 &#8211; Edita A Mi Madre e Cantares Gallegos, ambos em Vigo<\/p>\n<p>1864 &#8211; Agosto &#8211; Um artigo de Rosal\u00eda , &#8220;El Cod\u00edo&#8221; cujo original se perdeu, irrita, antes mesmo da sua publica\u00e7\u00e3o, os seminaristas de Lugo, que irrompem na sede de EL Almanaque de Gal\u00edcia, fazendo-o em destro\u00e7os.<\/p>\n<p>1866 &#8211; Edita Ruinas, narrativa , em El Museo Universal, de Madrid. E, El Cadice\u00f1o, em Lugo.<\/p>\n<p>1867 &#8211; Publica El Caballero de las Botas Azules, &#8220;conto estranho&#8221;, em Lugo.<\/p>\n<p>1868 &#8211; Setembro &#8211; Ap\u00f3s a chamada &#8220;Revolu\u00e7\u00e3o de Setembro&#8221;, seu marido, Manuel Murgia \u00e9 nomeado Chefe do Arquivo de Simancas. A vida do casal decorre entre Madrid e Simancas.<\/p>\n<p>1868 &#8211; 7 de Dezembro, nasce-lhe a segunda filha, Aura, em Santiago.<\/p>\n<p>1871 &#8211; D\u00e1 \u00e0 luz, em Torres de Lestrove, dois g\u00e9meos: Gala e Ov\u00eddeo. Murgia \u00e9 nomeado Chefe do Arquivo Regional da Galiza. A partir deste ano , Rosal\u00eda n\u00e3o volta a sair da Galiza.<\/p>\n<p>1872 &#8211; Sai em Madrid a segunda edi\u00e7\u00e3o de Cantares Gallegos.<\/p>\n<p>1873 &#8211; Nasce na Corunha sua filha Amara.<\/p>\n<p>1875 &#8211; Em Santiago de Compostela, nasce o filho Adriano Honorato Alejandro, que vem a falecer passado ano e meio.<\/p>\n<p>1877 &#8211; D\u00e1 \u00e0 luz uma nati-morta, Valentina.<\/p>\n<p>1879 a 1882 &#8211; Reside em Torres de Lestrove. O marido dirige, em Madrid, La Ilustracion Gallega y Asturiana.<\/p>\n<p>1880 &#8211; Edi\u00e7\u00e3o em Madrid de Follas Novas.<\/p>\n<p>1881 &#8211; Publica, em Madrid, El Primer Loco, outro &#8220;conto estranho&#8221; reflexo dos seus amores com Aurelio Aguirre. Edita ainda &#8220;Padron y las inundaciones&#8221;, na Ilustracion Gallega y Asturiana.<\/p>\n<p>1884 &#8211; Publica\u00e7\u00e3o, em Madrid, de En Las Orillas del Sar, (&#8220;Nas Margens do Sar&#8221;).<\/p>\n<p>1885 &#8211; 15 de Julho &#8211; Rosal\u00eda morre em Iria Flavia, na &#8220;Casa de la Mataza&#8221;, v\u00edtima de cancer no \u00fatero. Cumprindo a sua \u00faltima vontade, as filhas queimam os seus trabalhos in\u00e9ditos. \u00c9 enterrada no Cemit\u00e9rio de Adina.<\/p>\n<p>1895 &#8211; 25 de Maio &#8211; Os seus restos mortais s\u00e3o transladados para Santiago, ficando numa capela da igreja de S\u00e3o Domingos, perto do cemit\u00e9rio do mesmo nome.<\/p>\n<h4><a href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Rosalia_de_Castro\" target=\"_blank\">&#187; Rosal\u00eda de Castro na Wikip\u00e9dia<\/a><\/h4>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 24 de Fevereiro de 1837, nasce Rosal\u00eda em Santiago de Compostela, numa casa do Caminho Novo, na esquina da estrada para Conjo (hoje, Avenida de Vilagarcia, n\u00ba1). 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