{"id":27,"date":"1981-09-13T14:05:30","date_gmt":"1981-09-13T17:05:30","guid":{"rendered":"http:\/\/blogs.utopia.org.br\/levi\/?p=27"},"modified":"2008-09-26T01:16:16","modified_gmt":"2008-09-26T04:16:16","slug":"portovelhaca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.utopia.org.br\/levi\/1981\/09\/13\/portovelhaca\/","title":{"rendered":"PORTOVELHACA"},"content":{"rendered":"<p>Dil\u00e9tico amigo dual leto porto g\u00ea ou tapuia et tupi outraura predominante no pintoanal metrogrossensis. Sualva m\u00fasaca pelauda audivista sentida mialma mialva trauma tanta bons tempos. Portovelhaco valet uma cidade bolibrasileira e meu car\u00e1lter ego forma\u00e7\u00e3o a\u00ed por volta dos sete anos ou minos ou mimos amenos a menos que todo eso palaveado sean:<\/p>\n<p>Calientes girls or bust!<\/p>\n<p>But Butch Cassilda n\u00e3o \u00e9 mais aquela. Nem no alto do campan\u00e1rio. Nem com su\u00e1vido langor.<\/p>\n<p>A vila a nauve grados de leitetude surda \u00e9 bunhada pelo merdeira. H\u00e1 lil\u00e1s pr\u00edncipe pau povolore local \u00e9 a estrela de lero-lero merdeira-mimor\u00e9, mimod\u00f3, mimomi, f\u00e1, sol, l\u00e1, si foi depois de tontas mortes. Mimos miau, mialgo tengo a dizer entretudo:<\/p>\n<p>\u201cEntrel\u00fadico oral orai por nosaltros filhos que s\u00edmeos da amaz\u00f4nia pauta priorit\u00e1ria, de uma puta zona priap\u00e1ria.\u201d<\/p>\n<p>Guajar\u00e1-mirim n\u00e3o cresceu. Se crescesse virava Guajar\u00e1-a\u00e7u, azul como era bleu le ciel parisiano h\u00e1 cem \u00e2nus atroz de quem ficou atr\u00e1s e eis que \u00e9 seu do Lido de l\u00e1. O sul \u00e9 seu. O sal entretanto \u00e9 mel do ledo engano de c\u00e1. Saldeios das brasiloiras dossuldas. Saussundas das brasil\u00edricas do seio. Saud\u00edlicas das brasibundas do c\u00e9u sul sal sol cio.<\/p>\n<p>No calor da vila e no calar da noite muitas piranhas d\u00e3o prazer ao pecador. Entretant\u00e1gua, no merdeira d\u00e3o merdo porque merdem o pescador merdoso. Eu, hein! Pr\u00e1 que tanta piranha, meu Deus? Pergunta meu cora\u00e7\u00e3o. Minha vara, a de pescar, por\u00e9m, Drum\u00e3o, n\u00e3o pergunta; nada. Just like esther williams minha vara swims singing an old beatles song at portobelo murtinho be\u00e9rre road. Treich meia cuatro diria uma ipaunemense daquelas bem gustosas. Ah, as miniminhas do Lebr\u00e3o! Do Lebr\u00e3o de Ipaunelas, mas n\u00e3o s\u00f3. Do tatuap\u00e9 e a cavalo tamb\u00e9m.<\/p>\n<p>\u00c0s vezes pin\u00e7o que sorria interacinte p\u00f4 brincar esta proesia num jorn\u00e9l loqu\u00e9u. Pini e Juquir\u00e9l. Assim assado tridos sapariam que o doutor aqui n\u00e3o veio s\u00f3 pra fazer o est\u00fapido estado, mas faz tamb\u00e9m palraloucas que o candidatam a academ\u00eancia rondoniana de litros. Ou \u00e0s piranhas do merdeira. Entenderiam qui\u00e7\u00e1 o chorarsorrindo da proeza da prosa poesia e que n\u00e3o h\u00e1 mais espa\u00e7o para os papos caretoestruturados do tipo \u201coh, minha amada, me perdoa\u201d, que s\u00e3o um saco, pergunto-vos-eu?<\/p>\n<p>Last but no Lizt, o composer: \u00e9 urgente sampalizar o patropi e portovelhacar a desvairada. Neste aicho que fode estar o novo. Bahia, Rio, Nordeste, Bel\u00e9m s\u00e3o papos mui manjados que j\u00e1 doeram o que tinham que doar. S\u00e3o velhas ex-truturas ex-tonturas ex-torturas.<\/p>\n<p>Mas baianos s\u00e3o genitais quando n\u00e3o bundericam. E bundericam com genialidade na idade da terra em transe do senhor do bom<\/p>\n<p>fim.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Publicado em \u201cA Portovelhaca &amp; Outras (SP. Paubrasil Ed. 1984). Recebeu o 1\u00ba lugar no Concurso de Poesia Falada do SESC, 1981.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dil\u00e9tico amigo dual leto porto g\u00ea ou tapuia et tupi outraura predominante no pintoanal metrogrossensis. Sualva m\u00fasaca pelauda audivista sentida mialma mialva trauma tanta bons tempos. Portovelhaco valet uma cidade bolibrasileira e meu car\u00e1lter ego forma\u00e7\u00e3o a\u00ed por volta dos &hellip; <a href=\"https:\/\/blogs.utopia.org.br\/levi\/1981\/09\/13\/portovelhaca\/\">Continue lendo <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[13,75],"class_list":["post-27","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-poemas","tag-literatura","tag-portovelhaca"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogs.utopia.org.br\/levi\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogs.utopia.org.br\/levi\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogs.utopia.org.br\/levi\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.utopia.org.br\/levi\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.utopia.org.br\/levi\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=27"}],"version-history":[{"count":14,"href":"https:\/\/blogs.utopia.org.br\/levi\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":506,"href":"https:\/\/blogs.utopia.org.br\/levi\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27\/revisions\/506"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogs.utopia.org.br\/levi\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=27"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.utopia.org.br\/levi\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=27"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.utopia.org.br\/levi\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=27"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}