Arquivo da categoria: Federico Garcia Lorca

Minha menina se foi ao mar (Federico Garcia Lorca)

Minha menina se foi ao mar a contar ondas e pedrinhas, porém se encontrou, de pronto, com o rio de Sevilha. Entre adelfas e sinos cinco barcos se mexiam, com os remos na água e as velas na brisa. Quem … Continue lendo

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Surpresa (Federico Garcia Lorca)

Morto ficou na rua com um punhal no peito. Não o conhecia ninguém. Como tremia o farol, mãe! Como tremia o pequeno farol da rua! Era madrugada. Ninguém pôde assomar-se a seus olhos abertos ao duro ar. Que morto ficou … Continue lendo

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Canção tonta (Federico Garcia Lorca)

Mama. Eu quero ser de prata. Filho, Terás muito frio. Mama, eu quero ser de água. Filho, Terás muito frio. Mama. Borda-me em teu travesseiro. Isso sim! Agora mesmo! (Tradução de Maria Teresa Almeida Pina) » Biografia de Federico Garcia … Continue lendo

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O lagarto está chorando (Federico Garcia Lorca)

O lagarto está chorando A lagarta está chorando O lagarto e a lagarta Com aventaizinhos brancos Hão perdido sem querer Seu anel de casamento Ai! Seu anelzinho de chumbo, Ai, seu anelzinho chumbado Um céu grande e sem gente Monta … Continue lendo

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