FireStats error : Erro no banco de dados: Table 'utopia_wordpress_mu.wp_15_firestats_pending_data' doesn't exist

MySQL Version: 5.1.39-log
SQL Query:
INSERT DELAYED INTO `wp_15_firestats_pending_data` ( `timestamp`, `site_id` , `url` , `referrer` , `useragent` , `ip`, `type` ) VALUES ( NOW(), '15', 'http://blogs.utopia.org.br/poesialatina/2009/10/', '', 'CCBot/1.0 (+http://www.commoncrawl.org/bot.html)', '38.107.191.91', NULL )

Arquivo de outubro, 2009

Poema de amor (Joan Manuel Serrat)

O sol nos esqueceu ontem sobre a areia, nos envolveu o rumor suave do mar, teu corpo me deu calor, tinha frio, e ali na areia, entre os dois nasceu este poema, este pobre poema de amor para ti Meu fruto, minha flor, minha história de amor, minhas carícias Meu humilde candeeiro, minha chuva de [...]

Digamos (Mario Benedetti)

1. Ontem foi “yesterday” para bons colonos mas por fortuna nossa amanhã não é “tomorrow” 2. Tenho um amanhã que é meu e um amanhã que é de todos o meu acaba amanhã porém sobrevive o outro (Tradução de Maria Teresa Almeida Pina) » Biografia de Mário Benedetti Digamos Mario Benedetti 1. Ayer fue yesterday [...]

Alfonsina e o mar (Felix Luna)

Pela branda areia Que toca o mar Sua pequena pegada Não volta mais Um caminho só De pena e silêncio chegou Até a água profunda Uma senda só De penas mudas chegou Até a espuma. Sabe Deus que angústia Te acompanhou Que dores velhas Calou tua voz Para deitar-te Sussurrada no canto Das conchas marinhas [...]

Volta a teus deuses profundos (Eugenio Montejo)

Volta a teus deuses profundos; estão intactos, estão ao fundo com suas chamas esperando; nenhum sopro do tempo as apaga. Os silenciosos deuses práticos ocultos na porosidade das coisas. Hás rodado no mundo mais que nenhum calhau; perdeste teu nome, tua cidade, assíduo a visões fragmentárias; de tantas horas que reténs? A música de ser [...]

Minha menina se foi ao mar (Federico Garcia Lorca)

Minha menina se foi ao mar a contar ondas e pedrinhas, porém se encontrou, de pronto, com o rio de Sevilha. Entre adelfas e sinos cinco barcos se mexiam, com os remos na água e as velas na brisa. Quem olha de dentro da torre adornada de Sevilha? Cinco vozes contestavam redondas como anéis. O [...]

Todos os dias te descubro… (Octavio Paz)

Segundo um poema de Fernando Pessoa Todos os dias descubro A espantosa realidade das coisas: Cada coisa é o que é. Que difícil é dizer isto e dizer Quanto me alegra e como me basta Para ser completo existir é suficiente. Tenho escrito muitos poemas. Claro, hei de escrever outros mais. Cada poema meu diz [...]

Insônia (Rafael Diaz Icaza)

Sou náufrago, mãe, e te chamo na noite, desolado, no firme marchar para a morte, e de golpe me assalta a ternura infinita dos primeiros anos. E necessito saber que te achas perto, que a tua lâmpada vela, pontual, perto de mim. Necessito de teu copo para a má sombra dos pesadelos, teu apoio de [...]