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	<title>Blog do Levi</title>
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		<title>Uelinton Farias Alves – José do Patrocínio: a imorredoura cor do bronze – Coleção personalidades negras</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 22:48:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[
Nascido da relação de um padre com sua escrava de 14 anos, José do Patrocínio é protagonista de uma história de vida singular.
Viveu os tempos da abolição da escravatura e do movimento republicano, da política aguerrida e da alta criação artística, de mudanças sociais ao lado de personagens da história do Brasil.
Sua vida repleta de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a id="aptureLink_U4IFEKjG1n" href="http://apture.s3.amazonaws.com/00000126f810eba44c2ee428007f000000000001.Uelinton%20Farias%20Alves%20-%20Jose%20do%20Patrocinio.jpg" rev="caption:`Uelinton Farias Alves - Jose do Patrocinio`"><img class="alignleft" style="border: 0px" title="Uelinton Farias Alves - Jose do Patrocinio" src="http://apture.s3.amazonaws.com/00000126f810eba44c2ee428007f000000000001.Uelinton%20Farias%20Alves%20-%20Jose%20do%20Patrocinio.jpg" alt="" width="137" height="178" /></a></p>
<p style="text-align: justify">Nascido da relação de um padre com sua escrava de 14 anos, José do Patrocínio é protagonista de uma história de vida singular.</p>
<p style="text-align: justify">Viveu os tempos da abolição da escravatura e do movimento republicano, da política aguerrida e da alta criação artística, de mudanças sociais ao lado de personagens da história do Brasil.</p>
<p style="text-align: justify">Sua vida repleta de embates e reviravoltas é um testemunho do seu tempo. Patrocínio foi figura importante de uma geração que levou o Brasil aos primeiros passos da modernidade.</p>
<p style="text-align: justify">Participou da revolução da imprensa, mudou a face da sociedade escravista e até protagonizou a entrada do automobilismo no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<p style="text-align: justify">&#8220;Outras Palavras&#8221;  é o programa de literatura de Levi Bucalem Ferrari na Rádio Cultura do Brasil.</p>
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		<title>Patrícia Tenório – Grãos</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 22:36:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>levi</dc:creator>
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Este é um livro diferente, estranho até. E o que mais se destaca nele é o emprego de uma linguagem aparentemente simples, transparente como a água que bebemos, a conviver num contexto de prosa e poesia.
As tramas e os enredos são tão sutilmente tecidos que mal aparecem. No entanto, quando emergem à superfície de nossa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a id="aptureLink_mDKEiICP6j" href="http://apture.s3.amazonaws.com/00000126f805696a6792a634007f000000000001.Patricia%20Tenorio%20-%20Gr%C3%A3os.jpg" rev="caption:`Patricia Tenorio - Grãos`"><img class="alignleft" style="border: 0px" title="Patricia Tenorio - Grãos" src="http://apture.s3.amazonaws.com/00000126f805696a6792a634007f000000000001.Patricia%20Tenorio%20-%20Gr%C3%A3os.jpg" alt="" width="138" height="181" /></a></p>
<p>Este é um livro diferente, estranho até. E o que mais se destaca nele é o emprego de uma linguagem aparentemente simples, transparente como a água que bebemos, a conviver num contexto de prosa e poesia.</p>
<p>As tramas e os enredos são tão sutilmente tecidos que mal aparecem. No entanto, quando emergem à superfície de nossa mente, logo se esboroam numa teia de sugestões que falam mais pelo silêncio meditativo que pela força nua do poder da construção verbal. </p>
<p>“Grãos” não sugere apenas a força misteriosa das palavras, mas também a possibilidade de germinar em nosso íntimo novos seres, assim como ocorre com as sementes que, guardadas sob o signo da multiplicação, frutificam.</p>
<p>Patrícia Tenório, a autora do livro, é pernambucana e verdadeiramente polígrafa, pois é poeta, contista, romancista, ensaísta e editora. Recebeu diversos prêmios pelos seus livros em quaisquer das áreas que atua.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>&#8220;Outras Palavras&#8221; é o programa de literatura de Levi Bucalem Ferrari na Rádio Cultura do Brasil.</p>
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		<title>Nélida Piñon – Aprendiz de Homero</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 22:25:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>levi</dc:creator>
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Nélida Piñon, da Academia Brasileira de Letras, acabou e receber por este livro o disputado prêmio Casa de Las Américas oferecido por Cuba.
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a id="aptureLink_wm0AKKmvpE" href="http://apture.s3.amazonaws.com/00000126f7fab18cc7b498c3007f000000000001.N%C3%A9lida%20Pi%C3%B1on%20-%20Aprendiz%20de%20Homero.jpg" rev="caption:`Nélida Piñon - Aprendiz de Homero`"><img class="alignleft" style="border: 0px" title="Nélida Piñon - Aprendiz de Homero" src="http://apture.s3.amazonaws.com/00000126f7fab18cc7b498c3007f000000000001.N%C3%A9lida%20Pi%C3%B1on%20-%20Aprendiz%20de%20Homero.jpg" alt="" width="168" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: justify">Nélida Piñon, da Academia Brasileira de Letras, acabou e receber por este livro o disputado prêmio <em>Casa de Las Américas </em>oferecido por Cuba.</p>
<p style="text-align: justify">Nele, a autora reúne uma seleta de ensaios sobre temas e personagens literários caros à autora, como Dom Quixote, Capitu e Ulisses. O livro também traz os discursos de agradecimento da escritora ao receber prêmios importantes, como o Príncipe de Astúrias e Menéndez Pelayo.</p>
<p style="text-align: justify">É Nélida quem escreve: “Sentada na poltrona verde, tenho a Ilíada no colo. Enquanto Gravetinho atordoa-me com sua natureza canina, sintonizo-me com a imaginação do grego, fonte de permanente inspiração. Assentada sobre as pedras fundadoras da civilização que o poeta empilhou para formar uma muralha, dialogo com ele.</p>
<p style="text-align: justify">Convicta de que ele simula ouvir a brasileira que, julgando-se às vezes camponesa e universal, reage às suas raivosas argumentações&#8230; Mas como Homero tem a imortalidade a seu favor, é paciente.</p>
<p style="text-align: justify">Sabe que a justiça narrativa se faz e que o tempo dissolve os nós cegos da paixão. E mesmo quando Cassandra, em outra tragédia grega, despede-se dos corifeus para ir ao encontro da morte, aceito suas emendas. Afinal, sou sua aprendiz.”</p>
<p style="text-align: justify">Nélida Piñon nos oferece uma aula de literatura e brinda os leitores com uma paixão e devoção pela escrita capaz de transbordar das páginas do livro.</p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<p style="text-align: justify">&#8220;Outras Palavras&#8221; é o programa de literatura de Levi Bucalem Ferrari na Rádio Cultura do Brasil.</p>
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		<title>Nege Além – O engraxate Dudu</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 22:15:05 +0000</pubDate>
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Na cidade de Guaxupé – Sul de Minas – havia uma rua chamada Taboão. Nela, numa casa de tipo meia-água, morava o pequeno Engraxate Dudu.
Não obstante a pobreza da família, Dudu vivia feliz na rua poeirenta, cheia de buracos e altos capins às margens. Para ele, porém, era a melhor rua do mundo, o palco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a id="aptureLink_vzrEJa2Abd" href="http://apture.s3.amazonaws.com/00000126f7f259f759e39fc5007f000000000001.Nege%20Alem%20-%20O%20engraxate%20Dudu.jpg" rev="caption:`Nege Alem - O engraxate Dudu`"><img class="alignleft" style="border: 0px" title="Nege Alem - O engraxate Dudu" src="http://apture.s3.amazonaws.com/00000126f7f259f759e39fc5007f000000000001.Nege%20Alem%20-%20O%20engraxate%20Dudu.jpg" alt="" width="75" height="109" /></a></p>
<p style="text-align: justify">Na cidade de Guaxupé – Sul de Minas – havia uma rua chamada Taboão. Nela, numa casa de tipo meia-água, morava o pequeno <strong>Engraxate Dudu</strong>.</p>
<p style="text-align: justify">Não obstante a pobreza da família, Dudu vivia feliz na rua poeirenta, cheia de buracos e altos capins às margens. Para ele, porém, era a melhor rua do mundo, o palco de suas eternas aventuras infantis.</p>
<p style="text-align: justify">Nas chuvas, divertia-se com a meninada, a troco de tostões, desencalhava os calhambeques atolados nas poças de barro.</p>
<p style="text-align: justify">Perto dali, havia rios e açudes para mergulhos e pescarias , campinhos improvisados de futebol para as peladas de fins de semana.</p>
<p style="text-align: justify">E também os pomares do major Zerbini e do português Pallos, com as árvores frutíferas sempre carregadas. Era uma tentação a qual ninguém resistia.</p>
<p style="text-align: justify">Dudu tocava aquela vida sem maiores preocupações, pois contentava-se com tudo aquilo que seu meio lhe oferecia para uma infância feliz. Sem passado nem futuro.</p>
<p style="text-align: justify">Um dia, porém, já avançando na idade, mas ainda ligado à rua, Dudu sentiu a imperiosa necessidade de melhorar um pouco de vida&#8230;</p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<p>&#8220;Outras Palavras&#8221; é o programa de literatura de Levi Bucalem Ferrari na Rádio Cultura do Brasil.</p>
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		<title>Miguel Jorge – Ana Pedro</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 21:54:02 +0000</pubDate>
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O autor, Miguel Jorge, mora desde criança em Goiânia. Romancista, contista poeta, teatrólogo e perito em artes plásticas, publicou seu primeiro livro em 1969.
Depois da estréias vieram dezenas de obras para o público adulto e jovem. Recebeu muitos prêmios, entre eles, o APCA, da Associação Paulista dos Críticos de Arte.
Ana torna-se Pedro no dia do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a id="aptureLink_brqycQEbon" href="http://apture.s3.amazonaws.com/00000126f7d5c0c3e14be072007f000000000001.Miguel%20Jorge%20-%20Ana%20Pedro.jpg" rev="caption:`Miguel Jorge - Ana Pedro`"><img class="alignleft" style="border: 0px" title="Miguel Jorge - Ana Pedro" src="http://apture.s3.amazonaws.com/00000126f7d5c0c3e14be072007f000000000001.Miguel%20Jorge%20-%20Ana%20Pedro.jpg" alt="" width="190" height="190" /></a></p>
<p style="text-align: justify">O autor, Miguel Jorge, mora desde criança em Goiânia. Romancista, contista poeta, teatrólogo e perito em artes plásticas, publicou seu primeiro livro em 1969.</p>
<p style="text-align: justify">Depois da estréias vieram dezenas de obras para o público adulto e jovem. Recebeu muitos prêmios, entre eles, o APCA, da Associação Paulista dos Críticos de Arte.</p>
<p style="text-align: justify">Ana torna-se Pedro no dia do nascimento porque Thomás, o pai, exige da mãe Madalena um menino momentos antes do parto.</p>
<p style="text-align: justify">A parteira Ozana não titubeou: apresentou ao pai a nudez de outro menino, Ruiter, nascido no mesmo dia, na casa ao lado. Thomás sentiu-se mais homem e Ana abdicou de sua feminilidade.</p>
<p style="text-align: justify">Pedro cresceu sob os olhos orgulhosos do pai e com ele aprendeu as artes do universo masculino.</p>
<p style="text-align: justify">A adolescência, porém, explodiu e com ela os sinais da existência de Ana. Pedro quer ser Ana, sem perder o amor do pai. E este terá que enfrentar o seu monstro interior: o autoritarismo.</p>
<p style="text-align: justify">O livro é ilustrado por Rogério Borges.</p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<p style="text-align: justify">&#8220;Outras Palavras&#8221; é o programa de literatura de Levi Bucalem Ferrari na Rádio Cultura do Brasil.</p>
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		<title>Mario Vargas Llosa – A casa verde</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 12:50:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[
Este foi o livro que levou Mario Vargas Llosa a receber seu primeiro prêmio importante de crítica em 1966. Fez muito sucesso à época, e até hoje é muito festejado.
Ambientando na Amazônia peruana, relata a história de um prostíbulo montado perto de uma das cidades mais isoladas do Peru.
Esta casa suspeita será chamada de casa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a id="aptureLink_vGlY28Xcfa" href="http://apture.s3.amazonaws.com/00000126f5ebff9c0b333210007f000000000001.Mario%20Vargas%20Llosa%20-%20A%20casa%20verde.jpg" rev="caption:`Mario Vargas Llosa - A casa verde`"><img class="alignleft" style="border: 0px" title="Mario Vargas Llosa - A casa verde" src="http://apture.s3.amazonaws.com/00000126f5ebff9c0b333210007f000000000001.Mario%20Vargas%20Llosa%20-%20A%20casa%20verde.jpg" alt="" width="190" height="305" /></a></p>
<p style="text-align: justify">Este foi o livro que levou Mario Vargas Llosa a receber seu primeiro prêmio importante de crítica em 1966. Fez muito sucesso à época, e até hoje é muito festejado.</p>
<p style="text-align: justify">Ambientando na Amazônia peruana, relata a história de um prostíbulo montado perto de uma das cidades mais isoladas do Peru.</p>
<p style="text-align: justify">Esta casa suspeita será chamada de casa verde pelos habitantes da região que sentem sua rotina ameaçada pela novidade. Ela é comandada por Dom Anselmo, um forasteiro misterioso.</p>
<p style="text-align: justify">O livro revela o arrojo narrativo do então jovem Vargas Llosa e traz, pela primeira vez, os “inconquistáveis”, um grupo de amigos anti-heróicos e inescrupulosos que vão reaparecer em outras obras do autor.</p>
<p style="text-align: justify">Mario Vargas Llosa é detentor de muitos prêmios e um dos mais respeitados ficcionistas sul americanos.</p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<p style="text-align: justify">&#8220;Outras Palavras&#8221; é o programa de literatura de Levi Bucalem Ferrari na Rádio Cultura do Brasil.</p>
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		<title>Marco Aurélio Nogueira – O encontro de Joaquim Nabuco com a política</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 12:26:21 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Há cem anos falecia Joaquim Nabuco, uma das mais importantes figuras brasileiras de seu período e quiçá de todos os tempos. Foi diplomata, escritor e consagrou-se na luta pela abolição dos escravos.
Neste livro, o autor, Marco Aurélio Nogueira, interpreta o pensamento de Nabuco, buscando dissecar a gênese e os caminhos do liberalismo no Brasil.
A edição [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Há cem anos falecia Joaquim Nabuco, uma das mais importantes figuras brasileiras de seu período e quiçá de todos os tempos. Foi diplomata, escritor e consagrou-se na luta pela abolição dos escravos.</p>
<p style="text-align: justify">Neste livro, o autor, Marco Aurélio Nogueira, interpreta o pensamento de Nabuco, buscando dissecar a gênese e os caminhos do liberalismo no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify">A edição apresenta extensa biografia e prefácios de Raimundo Faoro e Cristóvam Buarque.</p>
<p style="text-align: justify">Marco Aurélio Nogueira é sociólogo e cientista político de primeira linha. É professor da UNESP de Araraquara, doutor pela USP e pós-doutor pela Universidade de Roma.  Publicou vários livros, entre eles, “Em Defesa da Política” e “As possibilidades da política”.   </p>
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		<title>José Saramago &#8211; Caim</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 12:12:11 +0000</pubDate>
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Neste livro, o consagrado escritor José Saramago, se volta aos primeiros livros da Bíblia, indo do Éden ao dilúvio, e imprimindo ao Antigo Testamento a música e o humor que marcam sua obra.
Num itinerário heterodoxo, Saramago percorre cidades decadentes e estábulos; palácios de tiranos e campos de batalha.
O leitor acompanha uma guerra secular, e de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a id="aptureLink_eS7NA1Mf24" href="http://apture.s3.amazonaws.com/00000126f5ca55f73a995f16007f000000000001.Jos%C3%A9%20Saramago%20-%20Caim.jpg" rev="caption:`José Saramago - Caim`"><img class="alignleft" style="border: 0px" title="José Saramago - Caim" src="http://apture.s3.amazonaws.com/00000126f5ca55f73a995f16007f000000000001.Jos%C3%A9%20Saramago%20-%20Caim.jpg" alt="" width="168" height="222" /></a></p>
<p style="text-align: justify">Neste livro, o consagrado escritor José Saramago, se volta aos primeiros livros da Bíblia, indo do Éden ao dilúvio, e imprimindo ao Antigo Testamento a música e o humor que marcam sua obra.</p>
<p style="text-align: justify">Num itinerário heterodoxo, Saramago percorre cidades decadentes e estábulos; palácios de tiranos e campos de batalha.</p>
<p style="text-align: justify">O leitor acompanha uma guerra secular, e de certo modo involuntária, entre criador e criatura. E, neste trajeto, revisitará episódios bíblicos conhecidos.</p>
<p style="text-align: justify">Para atravessar esse caminho árido, um deus às turras com a própria administração colocará Caim num altivo jegue.</p>
<p style="text-align: justify">Caberá à dupla encontrar o rumo entre as armadilhas do tempo que insistem em atraí-los. Caim leva a marca do senhor na testa e, assim, está protegido das iniquidades do homem.</p>
<p style="text-align: justify">Mas resta a ele aceitar o destino amargo e compactuar com o criador no assassinato do próprio irmão Abel.</p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<p style="text-align: justify">&#8220;Outras Palavras&#8221; é o programa de literatura de Levi Bucalem Ferrari na Rádio Cultura do Brasil.</p>
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		<title>José Arrabal – A ira do Curupira</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 11:52:53 +0000</pubDate>
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Este livro foi escrito por José Arrabal, capixaba de Mimoso do Sul, jornalista por profissão e escritor por convicção. Publicou muitos livros para o público adulto e também para jovens leitores.
A ira do curupira conta a história de Cairi, o menino que tinha pressa de crescer. Ser criança era pouco para ele. Chegar à idade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a id="aptureLink_y0nTvt7liP" href="http://apture.s3.amazonaws.com/00000126f5b361f8ad4b3b45007f000000000001.Jos%C3%A9%20Arrabal%20-%20A%20ira%20do%20Curupira.jpg" rev="caption:`José Arrabal - A ira do Curupira`"><img class="alignleft" style="border: 0px" title="José Arrabal - A ira do Curupira" src="http://apture.s3.amazonaws.com/00000126f5b361f8ad4b3b45007f000000000001.Jos%C3%A9%20Arrabal%20-%20A%20ira%20do%20Curupira.jpg" alt="" width="180" height="201" /></a></p>
<p style="text-align: justify">Este livro foi escrito por José Arrabal, capixaba de Mimoso do Sul, jornalista por profissão e escritor por convicção. Publicou muitos livros para o público adulto e também para jovens leitores.</p>
<p style="text-align: justify">A ira do curupira conta a história de Cairi, o menino que tinha pressa de crescer. Ser criança era pouco para ele. Chegar à idade adulta, sem o rito de passagem, parecia fácil para o curumim.</p>
<p style="text-align: justify">Ao lutar contra o tempo, Cairi não percebia o quanto estava preso à infância. Convivia com a contradição dos que estão então entrando na adolescência.</p>
<p style="text-align: justify">Ao mesmo tempo em que se amedrontava com as lendas do boto e do curupira e se emocionava com as histórias de amor e desencontros contados por sua mãe e sua avó, Cairi desafiava as leis da natureza e as regras de conduta estabelecidas por seu povo.</p>
<p style="text-align: justify">Impaciente, quer ser homem e guerreiro respeitado, mas guarda muito de criança em suas atitudes. Será que Cairi voltará dessa aventura tão inocente como quando partiu?</p>
<p style="text-align: justify">Ilustrações do livro são de Maurício Melo e Gil Vasques.</p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<p style="text-align: justify">&#8220;Outras Palavras&#8221; é o programa de literatura de Levi Bucalem Ferrari na Rádio Cultura do Brasil.</p>
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		<title>Inah Lins de Albuquerque – A solidão espaçosa</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 11:35:47 +0000</pubDate>
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Este livro de contos convida o leitor a uma viagem por momentos íntimos, por histórias que remetem ao passado esquecido, por cenas cotidianas, por sonhos ingênuos, por desilusões, por esperanças e por abismos invisíveis. 
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a id="aptureLink_SFMIVBf6Cy" href="http://apture.s3.amazonaws.com/00000126f5a49d2671748953007f000000000001.Inah%20Lins%20de%20Albuquerque%20-%20A%20solid%C3%A3o%20%C3%A9%20espa%C3%A7osa.jpg" rev="caption:`Inah Lins de Albuquerque - A solidão é espaçosa`"><img class="alignleft" style="border: 0px" title="Inah Lins de Albuquerque - A solidão é espaçosa" src="http://apture.s3.amazonaws.com/00000126f5a49d2671748953007f000000000001.Inah%20Lins%20de%20Albuquerque%20-%20A%20solid%C3%A3o%20%C3%A9%20espa%C3%A7osa.jpg" alt="" width="180" height="216" /></a></p>
<p><span>Este livro de contos convida o leitor a uma viagem por momentos íntimos, por histórias que remetem ao passado esquecido, por cenas cotidianas, por sonhos ingênuos, por desilusões, por esperanças e por abismos invisíveis. </span></p>
<p><span>O esforço de deixar claro esses passados é feito com destreza pela autora cuja escrita é assentada numa vida rica de acontecimentos e de uma sólida cultura.</span></p>
<p><span>Seus contos nos revelam vários estilos, desde histórias bem narradas a reflexões que nos fazem mergulhar em dúvidas. Seus dilemas passam a ser nossos ao final da leitura. É um preço que temos que pagar. Mas, quem sai impune de um bom livro? É o que pergunta Luiz Arraes no prefácio do livro.</span></p>
<p><span>Narrativas, devaneios, pensamentos, aforismos, tudo em um conjunto harmônico que nos revela uma autora que tem muito a nos dizer.</span></p>
<p><span>A leitura parece que não termina e esta é a vitória do contista. O leitor não sai com respostas; sai carregado de perguntas, dúvidas, inquietações, perplexidades, angústias e encantamento.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>&#8220;Outras Palavras&#8221; é o programa de literatura de Levi Bucalem Ferrari na Rádio Cultura do Brasil.</span></p>
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		<title>Flávio Braga – O olhar cingido</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Feb 2010 14:06:32 +0000</pubDate>
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O escritor, dramaturgo e roteirista Flávio Braga apresenta uma surpreendente crítica ao atual poder midiático e um lamentável retrato da condição intelectual do brasileiro, que diariamente pára em frente à televisão, quebrando recordes mundiais de audiência.
O duelo entre dois programas de TV em luta por audiência revela os mitos que controlam a sociedade de massa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a id="aptureLink_Flv4PVRcDp" href="http://apture.s3.amazonaws.com/00000126ebdebb53d5534399007f000000000001.Fl%C3%A1vio%20Braga%20-%20O%20olhar%20cingido.jpg" rev="caption:`Flávio Braga - O olhar cingido`"><img class="alignleft" style="border: 0px" title="Flávio Braga - O olhar cingido" src="http://apture.s3.amazonaws.com/00000126ebdebb53d5534399007f000000000001.Fl%C3%A1vio%20Braga%20-%20O%20olhar%20cingido.jpg" alt="" width="158" height="215" /></a></p>
<p style="text-align: justify;margin: 0cm 0cm 0pt">O escritor, dramaturgo e roteirista Flávio Braga apresenta uma surpreendente crítica ao atual poder midiático e um lamentável retrato da condição intelectual do brasileiro, que diariamente pára em frente à televisão, quebrando recordes mundiais de audiência.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent: 35.4pt;margin: 0cm 0cm 0pt">O duelo entre dois programas de TV em luta por audiência revela os mitos que controlam a sociedade de massa brasileira.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent: 35.4pt;margin: 0cm 0cm 0pt">Fredo Bastos é um apresentador e produtor de programas populares de grande êxito. Ele acumula poderes que o tornam tão desejável quanto temível, e não mede esforços para manter seu programa em primeiro lugar na audiência.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent: 35.4pt;margin: 0cm 0cm 0pt">O arco de influências que ele vai construindo com o sucesso abre um leque que vai da extrema luxúria ao crime organizado.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent: 35.4pt;margin: 0cm 0cm 0pt">Por meio da história de seu protagonista, o autor recorre a uma narrativa ágil que escancara a frivolidade e a sordidez dessa realidade perversa onde o entretenimento funciona como o ópio do povo enquanto defende os interesses de alguns.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent: 35.4pt;margin: 0cm 0cm 0pt">As características de suspense do texto não sufocam a abordagem da política real, da cultura e do dia a dia das idéias. Os setores abordados pela mídia, e transformados por ela, estão representados no livro com vivacidade e verossimilhança.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent: 35.4pt;margin: 0cm 0cm 0pt">Além das características de entretenimento, <strong>O OLHAR CINGIDO</strong> nos faz refletir sobre prestígios e arrogâncias construídos sobre base nenhuma.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent: 35.4pt;margin: 0cm 0cm 0pt"><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;text-indent: 35.4pt;margin: 0cm 0cm 0pt"><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;text-indent: 35.4pt;margin: 0cm 0cm 0pt"><em>Veja o que foi falado sobre este livro: “No texto de Flávio Braga temos um encontro com o escrever bem.”</em> — <strong>Moacyr Scliar.</strong> <em>“Não lembro de ter lido um romance brasileiro, em anos, que me deixasse com uma sensação de “completude” como visão de mundo — no caso, o nosso mundo, o brasileiro. O olhar cingido é um porre (no bom sentido) de realidade. E muito, extremamente bem informado.”</em> — <strong>Paulo Bentancur.</strong></p>
<p style="text-align: justify;text-indent: 35.4pt;margin: 0cm 0cm 0pt"> </p>
<p style="text-align: justify;text-indent: 35.4pt;margin: 0cm 0cm 0pt"> </p>
<p style="text-align: justify;text-indent: 35.4pt;margin: 0cm 0cm 0pt">&#8220;Outras Palavras&#8221; é o programa de literatura de Levi Bucalem Ferrari na Rádio Cultura do Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent: 35.4pt;margin: 0cm 0cm 0pt"><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;text-indent: 35.4pt;margin: 0cm 0cm 0pt"><strong> </strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Alves da Mota – A rosa dos ventos</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Feb 2010 13:43:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[
O drama aparece tecido com naturalidade, fazendo com que as personagens surjam dentro de uma coerente atmosfera que seduz o leitor desde as primeiras páginas.
Merece ainda registro, um certo tom de lirismo de todo não desaparecido na costa atlântica brasileira que o autor, com equilibrado senso de observação, consegue trazer para essa aliciante história.
Porque a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><a id="aptureLink_4ALI5i3Y9n" href="http://apture.s3.amazonaws.com/00000126ebd078d84037ea5f007f000000000001.Alves%20da%20Mota%20-%20A%20Rosa%20dos%20Ventos.jpg" rev="caption:`Alves da Mota - A Rosa dos Ventos`"><img class="alignleft" style="border: 0px" title="Alves da Mota - A Rosa dos Ventos" src="http://apture.s3.amazonaws.com/00000126ebd078d84037ea5f007f000000000001.Alves%20da%20Mota%20-%20A%20Rosa%20dos%20Ventos.jpg" alt="" width="125" height="172" /></a></div>
<p style="text-align: justify">O drama aparece tecido com naturalidade, fazendo com que as personagens surjam dentro de uma coerente atmosfera que seduz o leitor desde as primeiras páginas.</p>
<p style="text-align: justify">Merece ainda registro, um certo tom de lirismo de todo não desaparecido na costa atlântica brasileira que o autor, com equilibrado senso de observação, consegue trazer para essa aliciante história.</p>
<p style="text-align: justify">Porque a história tem como pano de fundo a paisagem encantadora não só pelo que a natureza nos deu, mas principalmente “pela legitimidade humana, clara, movimentada, verídica aos meus olhos de ex-menino praieiro” como afirmou antes o inesquecível Luís da Câmara Cascudo.</p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<p style="text-align: justify">&#8220;Outras Palavras&#8221;  é o programa de literatura de Levi Bucalem Ferrari na Rádio Cultura do Brasil.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Fabrício Carpinejar-www.twitter.com/carpinejar</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Feb 2010 13:24:37 +0000</pubDate>
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Até que se prove o contrário este é o primeiro livro feito no Twitter no mundo, respeitando o espaço de 140 caracteres. Ou é, pelo menos, o primeiro em língua portuguesa.
São frases diárias, espontâneas e passionais de um dos nossos principais autores contemporâneos.
Eis um exemplo: “O pecado não me constrange, o que me constrange é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;line-height: 150%"><span style="line-height: 150%;font-size: 18pt"> </span></p>
<p>Até que se prove o contrário este é o primeiro livro feito no Twitter no mundo, respeitando o espaço de 140 caracteres. Ou é, pelo menos, o primeiro em língua portuguesa.</p>
<p>São frases diárias, espontâneas e passionais de um dos nossos principais autores contemporâneos.</p>
<p>Eis um exemplo: “O pecado não me constrange, o que me constrange é explicá-lo.”</p>
<p>Máximas como esta e outras para gargalhar e limpar os olhos, repassar adiante aos amigos e se emocionar, pensar mais fundo e tirar férias dos preconceitos.</p>
<p>O autor, Fabrício Carpinejar surpreende com sua simplicidade lúdica. Com o modo doce de falar as verdades mais duras.</p>
<p>É o caderno de paradoxos de um frasista iluminado.</p>
<p>Afinal de contas, para quê minutos de sabedoria se podemos agora ter horas, semanas, meses, décadas?</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>&#8220;Outras Palavras&#8221; é o programa de literatura de Levi Bucalem Ferrari na Rádio Cultura do Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;line-height: 150%"><span style="line-height: 150%;font-size: 18pt"> </span></p>
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		<title>Euclides da Cunha na Feira do Livro de Frankfurt</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 17:48:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>levi</dc:creator>
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O ano do digital
Jornal Estado de São Paulo – Arte e Lazer
O Brasil contará com a participação de 50 expositores &#8211; 46 editoras e quatro instituições. Juntos, eles ocuparão um estande coletivo de 120 metros quadrados e deverão apresentar ao público 1.640 títulos nacionais. Na programação, o destaque é a mesa redonda Euclides da Cunha [...]]]></description>
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<p style="text-align: justify"><a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091014/not_imp450117,0.php">O ano do digital</a></p>
<p style="text-align: justify"><strong>Jornal Estado de São Paulo – Arte e Lazer</strong></p>
<p style="text-align: justify">O Brasil contará com a participação de 50 expositores &#8211; 46 editoras e quatro instituições. Juntos, eles ocuparão um estande coletivo de 120 metros quadrados e deverão apresentar ao público 1.640 títulos nacionais. Na programação, o destaque é a mesa redonda Euclides da Cunha e a Identidade Latino-Americana, no Espaço Forum Dialog, a partir das 16h15 (11h15 de Brasília). Com mediação do presidente da União Brasileira de Escritores, <strong>Levi Bucalem Ferrari</strong>, o encontro vai reunir Claudius Armbruster, diretor do Instituto Luso-Brasileiro da Universidade de Colônia; o crítico literário Fábio Lucas; Leopoldo M. Bernucci, professor do Departamento de Espanhol e Português da Universidade da Califórnia; e Francisco Foot Hardman, professor do Departamento de Teoria Literária do Instituto de Estudos da Linguagem e Assessor Especial da Reitoria da <strong>Unicamp</strong>, além de colaborar para o Estado.</p>
<p style="text-align: justify">(Publicado no jornal O Estado de São Paulo em 14 de outubro de 2009)</p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<p style="text-align: justify">&#8220;Outras Palavras&#8221; é o programa de Literatura de Levi Bucalem Ferrari na Rádio Cultura do Brasil.</p>
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		<title>Fábio Ramos e Marcos Morais – Eles formaram o Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 17:40:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>levi</dc:creator>
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Durante anos – e até hoje – a história do Brasil colonial tem sido narrada a partir dos ciclos econômicos e dos feitos heróicos de grandes personagens.
Neste livro, os autores selecionam 12 desses protagonistas e descrevem suas trajetórias. São homens e mulheres que viveram no Brasil nos três primeiros séculos.
As biografias apresentam: O português Caramuru [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a id="aptureLink_B6c87ugZL6" href="http://apture.s3.amazonaws.com/00000126e78329adaf0ee6b4007f000000000001.Fabio%20Ramos%20e%20Marcos%20Morais%20-%20Eles%20formaram%20o%20Brasil.jpg" rev="caption:`Fabio Ramos e Marcos Morais - Eles formaram o Brasil`"><img class="alignleft" style="border: 0px" title="Fabio Ramos e Marcos Morais - Eles formaram o Brasil" src="http://apture.s3.amazonaws.com/00000126e78329adaf0ee6b4007f000000000001.Fabio%20Ramos%20e%20Marcos%20Morais%20-%20Eles%20formaram%20o%20Brasil.jpg" alt="" width="208" height="299" /></a></p>
<p>Durante anos – e até hoje – a história do Brasil colonial tem sido narrada a partir dos ciclos econômicos e dos feitos heróicos de grandes personagens.</p>
<p>Neste livro, os autores selecionam 12 desses protagonistas e descrevem suas trajetórias. São homens e mulheres que viveram no Brasil nos três primeiros séculos.</p>
<p>As biografias apresentam: O português Caramuru e sua mulher, a índia Bartira (mais tarde, Isabel Dias); o jesuíta Manuel da Nóbrega; o bandeirante Raposo Tavares; a cristã-nova Branca Dias (vítima da Inquisição); e o senhor de engenho Fernão Cabral Taíde.</p>
<p>Para completar os 12 também aparecem: o latifundiário Manuel Beckman; o tropeiro Felipe dos Santos, o poeta Gregório de Matos, a ex-escrava Chica da Silva, o holandês Maurício de Nassau e o Marquês do Lavradio.</p>
<p>Na apresentação do livro, os autores afirmam que “Através deles conseguimos nos entender como nação”.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>&#8220;Outras Palavras&#8221; é o programa de literatura de Levi Bucalem Ferrari na Rádio Cultura do Brasil.</p>
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		<title>Arlindo Marques e Carlos de Barros &#8211; A dança das Máscaras</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 17:22:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>levi</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Editora Scortecci]]></category>
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		<category><![CDATA[romance policial]]></category>
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Vários personagens em cena executam a Dança das Máscaras enquanto dois advogados criminalistas buscam solucionar a morte misteriosa de um empresário rico, de origem judaica, ocorrida há quatro anos.
Eis o mote de um romance policial que cumpre as exigências do gênero: enredo original, suspense e mistério.
Mas que vai além ao denunciar o modo como a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"> </p>
<p style="text-align: justify">Vários personagens em cena executam a Dança das Máscaras enquanto dois advogados criminalistas buscam solucionar a morte misteriosa de um empresário rico, de origem judaica, ocorrida há quatro anos.</p>
<p style="text-align: justify">Eis o mote de um romance policial que cumpre as exigências do gênero: enredo original, suspense e mistério.</p>
<p style="text-align: justify">Mas que vai além ao denunciar o modo como a ciência pode ser usada de forma criminosa.</p>
<p style="text-align: justify">Há ainda outro aspecto a salientar nesta obra é a crítica social que os autores apresentam com mordaz ironia.</p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<p style="text-align: justify">&#8220;Outras Palavras&#8221; é o programa de literatura de Levi Bucalem Ferrari na Rádio Cultura do Brasil.</p>
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		<title>Adoniran Barbosa por Antonio Candido</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 17:06:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>levi</dc:creator>
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Quando falei a Antonio Candido sobre minha admiração por Adoniran Barbosa, o mestre disse que também era fã do grande compositor. E que havia feito o texto da contracapa em um de seus discos. Pesquisei e achei no blog de Marcia Fernandes. Abaixo vão o link e o texto. Para meu azar, estou fazendo um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong>Quando falei a Antonio Candido sobre minha admiração por Adoniran Barbosa, o mestre disse que também era fã do grande compositor. E que havia feito o texto da contracapa em um de seus discos. Pesquisei e achei no blog de Marcia Fernandes. Abaixo vão o link e o texto. Para meu azar, estou fazendo um artigo sobre Adoniram e, algumas idéias que eu tinha já foram expostas por Candido. Mas, <em>Num fais mar, num tem portância, vô chamá duas imbulância.</em> E começar tudo de novo. Adoniran é inesgotável.</strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong><a href="http://palavrademusico.blogspot.com/2009/08/adoniran-barbosa-por-antonio-candido.html">http://palavrademusico.blogspot.com/2009/08/adoniran-barbosa-por-antonio-candido.html</a></strong></p>
<p style="text-align: center"><strong> <strong> <a id="aptureLink_smKqnJtxi4" href="http://apture.s3.amazonaws.com/00000126e767583b6b1fe41b007f000000000001.adoniran_desenhado.jpg" class="floatbox" rel="floatbox.5040" rev="caption:`adoniran_desenhado`"><img class="aligncenter" style="border: 0px" title="adoniran_desenhado" src="http://apture.s3.amazonaws.com/00000126e767583b6b1fe41b007f000000000001.adoniran_desenhado.jpg" alt="" width="250" height="309" /></a></strong></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong><a href="http://palavrademusico.blogspot.com/2009/08/adoniran-barbosa-por-antonio-candido.html">Adoniran Barbosa por Antonio Candido</a> </strong></p>
<p style="text-align: justify">Na contracapa do LP: &#8220;Adoniran Barbosa&#8221; (Odeon, 1975; Dir. Musical de José Briamonte), encontrei este belo texto do mestre Antonio Candido, que transcrevo na íntegra:</p>
<p><em>&#8221; Adoniran Barbosa é um grande compositor e poeta popular, expressivo como poucos; mas não é Adoniran nem Barbosa, e sim João Rubinato, que adotou o nome de um amigo do Correio e o sobrenome de um compositor admirado. A idéia foi excelente, porque um artista inventa antes demais nada a sua própria personalidade; e porque, ao fazer isto, ele exprimiu a realidade tão paulista do italiano recoberto pela terra e do brasileiro das raízes européias. Adoniran é um paulista de cerne que exprime a sua terra com a força da imaginação alimentada pelas heranças necessárias de fora. </em></p>
<p><em>Já tenho lido que ele usa uma língua misturada de italiano e português. Não concordo. Da mistura, que é o sal da nossa terra, Adoniran colheu a flor e produziu uma obra radicalmente brasileira, em que as melhores cadências do samba e da canção, alimentadas inclusive pelo terreno fértil das Escolas, se alia com naturalidade às deformações normais de português brasileiro, onde Ernesto vira Arnesto, em cuja casa nós fumo e não encontremo ninguém, exatamente como por todo esse país. Em São Paulo, hoje, o italiano está na filigrana.</em></p>
<p><em>A fidelidade à música e à fala do povo permitiram a Adoniran exprimir a sua Cidade de modo completo e perfeito. São Paulo muda muito, e ninguém é capaz de dizer aonde irá. Mas a cidade que nossa geração conheceu (Adoniran é de 1910) foi a que se sobrepôs à velha cidadezinha caipira, entre 1900 e 1950; e que desde então vem cedendo lugar a uma outra, transformada em vasta aglomeração de gente vinda de toda parte. A nossa cidade, que substituiu a São Paulo estudantil e provinciana, foi a dos mestres-de-obra italianos e portugueses, dos arquitetos de inspiração neo-clássica, floral e neo-colonial, em camadas sucessivas. São Paulo dos palacetes franco-libaneses do Ipiranga, das vilas uniformes do Brás, das casas meio francesas de Higienópolis, da salada da Avenida Paulista. São Paulo da 25 de março dos sírios, da Caetano Pinto dos espanhóis, das Rapaziadas do Brás, na qual se apurou um novo modo cantante de falar português, como língua geral na convergência dos dialetos peninsulares e do baixo-contínuo vernáculo. Esta cidade que está acabando, que já acabou com a garoa, os bondes, o trem da Cantareira, o Triângulo, as Cantinas do Bexiga, Adoniran não a deixará acabar, porque graças a ele ela ficará, misturada vivamente com a nova mas, como o quarto do poeta, também &#8220;intacta, boiando no ar.&#8221;</em></p>
<p><em>A sua poesia e a sua música são ao mesmo tempo brasileiras em geral e paulistanas em particular. Sobretudo quando entram (quase sempre discretamente) as indicações de lugar, para nos porem no Alto da Mooca, na Casa Verde, na Avenida São João, na 23 de Maio, no Brás genérico, no recente metrô, no antes remoto Jaçanã. Quando não há esta indicação, a lembrança de outras composições, a atmosfera lírica cheia de espaço que é a de Adoniran, nos fazem sentir por onde se perdeu Inês ou onde o desastrado Papai Noel da chaminé estreita foi comprar Bala Mistura: nalgum lugar de São Paulo. Sem falar que o único poema em italiano deste disco nos põe no seu âmago, sem necessidade de localização.</em></p>
<p><em>Com os seus firmes 65 anos de magro, Adoniran é o homem da São Paulo entre as duas guerras, se prolongando na que surgiu como jibóia fuliginosa dos vales e morros para devorá-la. Lírico e sarcástico, malicioso e logo emocionado, com o encanto insinuante da sua anti-voz rouca, o chapeuzinho de aba quebrada sobre a permanência do laço de borboleta dos outros tempos, ele é a voz da Cidade. Talvez a borboleta seja mágica; talvez seja a mariposa que senta no prato das lâmpadas e se transforma na carne noturna das mulheres perdidas. Talvez João Rubinato não exista, porque quem existe é o mágico Adoniran Barbosa, vindo dos carreadores de café para inventar no plano da arte a permanência da sua cidade e depois fugir, com ela e conosco, para a terra da poesia, ao apito fantasmal do trenzinho perdido da Cantareira.&#8221;</em> <strong>(Antonio Candido, 1975)</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong>Pros fãs do João Rubinato, procurem neste blog meu poema <em>Adonirando</em> que foi musicado por Lula Barbosa e gravado duas vezes por diferentes cantores. Antes pelo grupo <em>Catavento</em>. E, mais tarde por Thobias da Vai Vai. É só escrever<em> Adonirando</em> no serviço de busca do próprio blog. Ler o poema e, ao final, ouvir a canção interpretada pelo Thobias com participação de Lula Barbosa. </strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong>Por fim, aguardar para breve meu artigo sobre Adoniran Barbosa.</strong></p>
<p align="right"><strong><em>Levi Bucalem Ferrari</em></strong></p>
<p align="right"> </p>
<p style="text-align: left">&#8220;Outras Palavras&#8221; é o programa de literatura de Levi Bucalem Ferrari na Rádio Cultura do Brasil</p>
]]></content:encoded>
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		<title>FELISIDADE &#8211;  SAUDADES DE ELIS REGINA</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 16:32:47 +0000</pubDate>
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		<title>Ana Maria Machado – Não se mata na mata – Lembranças de Rondon</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 12:55:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>levi</dc:creator>
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No século XIX a chegada das informações era muito lenta. Elas não se espalhavam como hoje. O brasileiro, nessa época, desconhecia seu país e não tinha idéia das belezas, grandezas, misérias e paradoxos de muitas regiões.
Foi necessário que um homem, descendente de índios e portugueses, aceitasse a missão de abrir caminhos, descobrir rios e povoados, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a id="aptureLink_gWGLbLB9As" href="http://apture.s3.amazonaws.com/00000126e14d465a323e8942007f000000000001.Ana%20Maria%20Machado%20-%20N%C3%A3o%20se%20mata%20na%20mata.jpg" rev="caption:`Ana Maria Machado - Não se mata na mata`"><img class="alignleft" style="border-width: 0px" title="Ana Maria Machado - Não se mata na mata" src="http://apture.s3.amazonaws.com/00000126e14d465a323e8942007f000000000001.Ana%20Maria%20Machado%20-%20N%C3%A3o%20se%20mata%20na%20mata.jpg" alt="" width="156" height="204" /></a></p>
<p style="text-align: justify">No século XIX a chegada das informações era muito lenta. Elas não se espalhavam como hoje. O brasileiro, nessa época, desconhecia seu país e não tinha idéia das belezas, grandezas, misérias e paradoxos de muitas regiões.</p>
<p style="text-align: justify">Foi necessário que um homem, descendente de índios e portugueses, aceitasse a missão de abrir caminhos, descobrir rios e povoados, para lançar as linhas telegráficas no centro-oeste brasileiro.</p>
<p style="text-align: justify">E nessa missão, foi além das descobertas. Registrou a topografia, estudou a flora e a fauna, se encantou com a riqueza do povo brasileiro e, principalmente, estabeleceu relações respeitosas com os índios que eram considerados selvagens sem alma.</p>
<p style="text-align: justify">Seu trabalho culminou na criação do Serviço nacional de Proteção aos Índios, atual Funai.</p>
<p style="text-align: justify">Rondon, o protetor dos filhos da floresta, encurtou distâncias e trouxe o brasileiro para dentro de seu país. O livro, indispensável para o conhecimento de nosso país e de seus formadores, foi escrito por Ana Maria Machado da ABL e belamente ilustrado por Maria Inês Martins.</p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<p>&#8220;Outras Palavras&#8221; é o programa de literatura de Levi Bucalem Ferrari na Rádio Cultura do Brasil.</p>
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		<title>Waldick Garrett &#8211; A Sete Palmos</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 22:49:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>levi</dc:creator>
				<category><![CDATA[ESTANTE]]></category>
		<category><![CDATA[Novo Século]]></category>
		<category><![CDATA[personagens]]></category>
		<category><![CDATA[romance]]></category>
		<category><![CDATA[Waldick Garrett]]></category>

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O leitor encontrará neste romance algumas personagens e situações muito intrigantes: um homem doente, assombrado por uma maldição de infância; um promotor de justiça recém empossado, designado para uma estranha cidade infestada de habitantes enigmáticos; e um homem atormentado em uma noite de letargias e tragédias&#8230;
E tudo continua através de quatro amigos em uma rodada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a id="aptureLink_5XOn2jJoJN" href="http://apture.s3.amazonaws.com/00000126911145b999bcc936007f000000000001.Waldick%20Garret%20-%20A%20sete%20palmos.jpg" rev="caption:`Waldick Garret - A sete palmos`"><img class="alignleft" style="border: 0px" title="Waldick Garret - A sete palmos" src="http://apture.s3.amazonaws.com/00000126911145b999bcc936007f000000000001.Waldick%20Garret%20-%20A%20sete%20palmos.jpg" alt="" width="173" height="263" /></a></p>
<p>O leitor encontrará neste romance algumas personagens e situações muito intrigantes: um homem doente, assombrado por uma maldição de infância; um promotor de justiça recém empossado, designado para uma estranha cidade infestada de habitantes enigmáticos; e um homem atormentado em uma noite de letargias e tragédias&#8230;</p>
<p>E tudo continua através de quatro amigos em uma rodada de pôquer presenciando desaparecimentos inexplicáveis e fatos absurdos.</p>
<p>Temos também um casal que, após sobreviver a um terrível acidente aéreo, é levado a uma vila afastada e sombria no meio de cordilheiras desconhecidas.</p>
<p>Por fim, uma neblina estranha, mortal, que desviará o curso da humanidade e um policial aposentado que estará prestes a enfrentar os piores horrores da sua profissão.</p>
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<p>&#8220;Outras Palavras&#8221; é o programa de literatura de Levi Bucalem Ferrari na Rádio Cultura do Brasil.</p>
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